O autor da novela Fina Estampa, Aguinaldo Silva, pode ser chamado de “homossexual histórico”. Ele fez parte da redação de O Lampião da Esquina, um jornal gay do final dos anos de 1970. Com esse aval nas costas, ele saiu em defesa do ator Caio Castro em sua conta no Twitter, nesta quinta-feira (24), que disse que preferia a fama de pegador a de veado.

“Caio Castro diz que, para um galã de tevê, é melhor ter fama de pegador que de viado. Concordo inteiramente com o rapaz”, escreveu no microblog.

E explicou: “Concordo e digo porquê: quando a baixa mídia resolve ‘derrubar’ um galã, lança logo suspeitas sobre sua sexualidade”.

O autor aproveitou para lembrar de um caso recente: “Lembram dos últimos dois anos de [ Reynaldo] Gianechinni pré-doença? Boatos maldosos a respeito dele pululavam em colunas e sites. ‘Acusavam-no’ de gay. Você leu muitas vezes, nas colunas e sites, sobre Gianechinni e seus ‘amigos inseperáveis’, foi ou não foi?”

“A campanha é sempre baseada nas mesmas ‘suspeitas’. Quando querem derrubar um galã nunca o acusam de ‘pegar’ mulheres demais. Ou seja, Caio Castro está certíssimo: ser galinha pode. Agora, se alguém cismar que o coitado do galã de tevê é gay… Ele está perdido! Por isso concordo com Caio Castro: para um galã de tevê, é melhor ter fama de pegador que de viado… Ou ele não arranja mais trabalho”, finalizou depois de nove posts no Twitter.



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