Amor à vida, novela das 9 da TV Globo

Ninho (Juliano Cazarré) e Paloma (Paolla Oliveira)

Atílio (Luis Melo) é condenado a cinco anos de prisão, em Amor à Vida. A ação será movida pelas suas ex-mulheres e terá Félix como uma das testemunhas.

Ao chegar ao tribunal, Márcia (Elizabeth Savalla) é alvo de comentários maldosos. “Ela é o motivo de ele ter casado outra vez. O que prova que o Atílio estava num estado de absoluta confusão mental. Imagine, casar com essa brega”, diz Gigi (Françoise Forton).

“Pelas contas do rosário. Nem em mil anos eu poderia imaginar que o Atílio, todo certinho, fosse capaz de usar um nome falso apenas pra tirar umas férias do casamento… E o que é pior, casar de novo com uma criatura que mais parece uma árvore de natal ambulante”, diz Félix (Mateus Solano), em seu depoimento.

Márcia se defende e, diante da juíza, declara seu amor: “Mesmo sabendo que ele é o Atílio, eu digo que ainda gosto dele, e que, se eu pudesse, levava ele agora mesmo pra minha casa. E dizia… Volta comigo, Gentil. Volta. Eu ainda te amo (…) Mas amar, amar é um sentimento que a gente nem sempre consegue explicar, né? Eu devia ter raiva desse homem. Mas eu amo ele. Amo”.

Valdirene (Tatá Werneck) também toma a palavra, mas não ajuda. “A mãezoca tava numa secura que só vendo. Aí apareceu esse encosto dando no couro. E toca hot dog daqui, toca salsicha dali. Era salsicha pra tudo que é lado. Eu falava: ‘Mãezoca, cuidado que é encosto’. Mas num adiantava”, diz a filha de Márcia.

Por fim, Atílio confessa ter arrumado documentos falsos, mas omiti que teve ajuda de Márcia, o que a deixa sensibilizada. “Eu sei que quem conseguiu os documentos pode ser preso também, e passar vários anos na cadeia (…) Eu encontrei um homem na Praça da Sé, a gente conversou, eu contei que queria me casar, que tinha perdido os meus papéis, e ele se ofereceu pra arrumar documentos novos”, diz ele.

A juíza então dá seu veredicto: “Eu condeno o réu, Atílio Pimenta Camargo, a cinco anos de reclusão, devendo a pena ser cumprida inicialmente em regime fechado. Nego ao réu o direito de responder em liberdade”.

Comovida com a atitude do réu, Márcia diz: “Você pensou em mim, quis me proteger. Só na hora que começou a historia dos documentos é que eu pensei, eu sou culpada também, eu inventei os documentos pra cê poder casar comigo (…) Gentil… Atílio… Vai ser só um intervalo. Porque eu vou te esperar, a gente vai ficar junto de novo”.

Atílio protege Márcia e é condenado a cinco anos de prisão, em Amor à Vida

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