Famosa por suas belas mulheres em trajes curtos, a Liga de Futebol Americano de Lingerie, que recentemente passou por algumas alterações para transformar a competição num esporte global e de maior credibilidade mundial, inicia no próximo dia 30 de março sua quarta temporada cercada de espectativa e novidades.

A troca do nome original, slogan e até mesmo vestimentas deu uma nova cara a modalidade, como explica Mitchell S. Mortaza, fundador da liga, que deixa o ‘Lingerie’ de lado e a partir de agora passa a se chamar Legends Football League, mantendo assim a sigla LFL.

“Esse foi um passo importante tomado para amadurecer o nosso esporte, que agora é global. Embora o nome ‘Lingerie Football League’ tenha atraído a atenção da grande mídia e mostrado o esporte para milhões, chegamos a uma encruzilhada entre ganhar credibilidade como esporte ou ser um chamariz”, disse o dirigente, em entrevista coletiva concedida à imprensa americana.

Apesar da troca da lingerie por um tipo de biquíni, que melhora o desempenho das atletas, as regras do esporte dentro de campo seguem as mesma, mantendo o padrão do tradicional futebol americano. Com a impressionante média de 20 mil torcedores por partida (número maior que o da Série A do Campeonato Brasileiro, por exemplo), a competição será transmitida este ano para 90 países.

 

Fundada nos Estados Unidos e com franquias no Canadá e também na Austrália, a LFL, de acordo com estimativa feita pelo site oficial da Liga, será visto internacionalmente, a partir de 2014, por mais pessoas do que NFL (Liga de Futebol Americano).

Disputadas em um campo de 50 metros, em dois tempos de 17 minutos, as partidas da LFL podem chegar em breve ao território brasileiro. A empresa responsável pela Liga já anunciou um acerto com um estádio do Brasil para a realização de três jogos em 2014, sendo o último deles dias antes da grande final da Copa do Mundo de futebol.

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