Após 13 edições de Big Brother Brasil, nada mais é novidade no programa, tanto para os participantes, quanto para o público. Neste ano, seis pessoas já conhecidas, que já haviam passado pelo reality show, trouxeram ainda mais o clima de mais do mesmo da atração.

Desde os primeiros dias de programa, o público conseguia ver quais seriam os papéis que cada um iria assumir. A mocinha inocente, a mais atiradinha, o nerd, o rato de academia, a apaixonada, o estrategista, a barraqueira, a que não conseguiu entrar no The Voice e foi se arriscar no BBB, entre outros.

Já os veteranos chegaram para agregar experiências e tornar mais banais os acontecimentos dentro e fora da casa. Se o assunto é prova do líder? Tudo o que se deve ou não fazer é derramado durante um bate-papo. Se é voto? Todas as estratégias aparecem.

Mas nada é mais chato do que ouvir os participantes se gabarem de todos os mimos que vão ganhar assim que deixarem o programa. Ganhar R$ 1,5 milhão não parece mais ser tão idealizado quando se sabe que ser famoso é legal.

Dhomini, que venceu o BBB 3, chegou a dizer que não precisou comprar roupas por dois anos, de tanto que ganhou de certas marcas. Eliéser, do BBB 10, se enche de orgulho ao dizer que foi convidado para fazer mais de 100 eventos no ano em que participou. Anamara, Fani, Yuri e Natália também já revelaram outros benefícios que a fama repentina garantiu.

Contagiada por isso, Fernanda já aprendeu rapidamente a mandar seus recados, com pedidos de tratamentos para os cabelos, de modelos de carro, entre outros.

Mas, afinal, para que ficar trancado dentro da casa por três meses, aguentando ser filmado 24h por dia, se aqui fora os benefícios podem chegar perto do valor do prêmio oferecido pelo programa?

Tratamentos estéticos, roupas, acessórios, carros, viagens e blábláblá… Tudo de graça para agradar os BBBs. Vencer o programa tem cada vez menos vantagens, o importante é participar e aparecer. Ser famoso pode ser muito legal e até dar lucro. Pelos menos até a próxima edição…

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