Divulgação Michael Jordan é dono do Charlotte Hornets

Michael Jordan se uniu ao time de famosos cansados dos casos de violência policial contra negros em comunidades dos Estados Unidos. O melhor jogador de basquete de todos os tempos resolveu doar US$ 2 milhões (cerca de R$ 6.5 milhões) para organizações que trabalham visando diminuir os casos recorrentes no país.

Em carta escrita ao site The Undefeated, MJ explicou melhor os motivos da doação. “Como norte-americano orgulhoso, um pai que perdeu o seu próprio pai em um ato insensível de violência e um homem negro, estou muito incomodado com a morte de negros norte-americanos por autoridades e irritado com a covardia e ódio contidos nos assassinatos de policiais. Eu fico de luto com as famílias que perderem um dos seus, já que conheço essa dor muito bem”, disse ele.

Jordan irá doar US$ 1 milhão para a Community-Police Relations e US$ 1 milhão para a NAACP Legal Defense Fund. “Embora saiba que a doação não é o bastante para resolver o problema, espero que ajude as organizações a realizarem uma diferença positiva”, finalizou.

Divulgação Jordan doou US$ 2 milhões para movimentos sociais

O ex-jogador de Chicago Bulls e Washington Wizards se junta a outros astros da NBA atual, como Dwayne Wade, Carmelo Anthony e Chris Paul, que também se posicionaram em relação aos casos recentes de mortes de negros pelas mãos da polícia dos Estados Unidos e no consequente ataque contra oficiais em Dallas, no Texas.

Os assassinatos resultaram em movimentos de organizações como a We Are Here, de Alicia Keys, onde celebridades da música lembram 23 nomes de afro-americanos que, mesmo sem reagir, foram mortos em abordagens da polícia. Assista ao vídeo abaixo:

11 mulheres negras que já foram vítimas de racismo

Na página do Jornal Nacional no Facebook, internautas ofenderam a raça da apresentadora e um deles se referiu à Maju como escrava: "Onde compro essa escrava? Na época, o caso gerou revolta nas redes sociais e William Bonner e Renata Vasconcellos saíram em defesa da jornalista. | Créditos: Reprodução / Instagram
Taís Araújo, Sheron Menezes, Rihanna, Ludmilla e outras outras artistas negras vítimas de ataques raciais. | Créditos: Reprodução / Instagram
Preta Gil mostrou em seu Facebook diversos ataques racistas que sofreu numa postagem publicada nesta segunda-feira (25). A cantora foi chamada de macaca, além de sofrer com vários xingamentos machistas. | Créditos: Reprodução/Instagram
Em outubro de 2015, seguidores entraram no Facebook da atriz e a atacaram com dizeres como "cabelo de esfregão" e "gorila de zoológico". Após os ataques, a hashtag #SomosTodosTaisAraujo bombou nos TTs mundiais. | Créditos: Reprodução / Instagram
Nas redes sociais, a atriz foi atacada com comentários como "negona" e "escrava" e disse que tomaria providências contra os agressores. | Créditos: Reprodução / Instagram
No Instagram, a cantora foi xingada de "macaca lixo" e respondeu que o seguidor deveria ser preso. | Créditos: Reprodução / Instagram
A atriz postou uma foto no Facebook e recebeu comentários do tipo "preta cabelo de bombril" e "ratazana africana". | Créditos: Reprodução / Instagram
Em 2011, uma editora de uma revista holandesa se referiu à Rihanna como "vadia negra" e pediu demissão após a repercussão do caso. | Créditos: Reprodução / Instagram
Pelo Twitter, a atriz que interpretou Rue em ‘Jogos Vorazes’ teve que ouvir que "estragou o filme por ser preta". | Créditos: Reprodução / Instagram
A apresentadora contou em uma entrevista que foi impedida de comprar uma bolsa de grife em uma loja de Zurique, na Suiça, porque a vendedora não a reconheceu e disse que ela não teria dinheiro para pagar pelo produto. | Créditos: Reprodução / Instagram
A atriz revelou ao jornal Daily Mail que já foi chamada de "nigger" (termo pejorativo usado para pessoas negras) em Hollywood. | Créditos: Reprodução / Instagram
Durante a divulgação do filme 'O Mordomo da Casa Branca', no qual a cantora interpretou uma personagem que sofria preconceito, Mariah revelou que na infância tomou uma cuspida no rosto apenas pelo fato de ser negra. | Créditos: Reprodução / Instagram

Michael Jordan doa US$ 2 milhões para grupos contra violência policial nos EUA

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