Reynaldo Gianecchini, que está em cartaz com a peça Cruel, no Teatro Faap, conversou com Sonia Racy, para a coluna Direto da Fonte, do jornal O Estado de São Paulo, publicada nesta segunda-feira (04).

Ele falou sobre as críticas que recebeu no começo de sua carreira, quando apareceu, pela primeira vez na TV, na novela Laços de Família, em 2000.

“Não fui criticado, fui achincalhado. As pessoas tinham um pouco de birra porque fiz sucesso rápido. Óbvio que era o primeiro a saber que eu estava verde. Mas, ao mesmo tempo, desafio alguém a fazer televisão sem experiência. É uma loucura. Dei meu melhor”, desabafou o ator.

Agora, mais maduro na carreira, ele olha para trás e diz não se arrepender de nada: “Tive uma história que, aos olhos de muitos, parece a do “cinderelo”. Mas sei o que passei, o que tive de correr atrás. Não foi exatamente lindo”.

Gianecchini também não tem medo de expor sua opinião e diz o que acha sobre a legalização da maconha. “Talvez fosse o caso de fazer uma tentativa para ver se não melhora a situação do tráfico. Não curto droga nenhuma, gosto da minha bebidinha com moderação. Quem gosta de droga tudo bem, que faça com moderação. Cada um na sua”, disse o ator.

Ele ainda comentou sobre outro assunto que está em alta no momento, que é o casamento gay. “Sou a favor da felicidade, de as pessoas buscarem o que querem. Conheço um casal de lésbicas, inclusive, com filho, que é megacareta, no sentido da proteção. Elas têm uma base familiar de uma solidez impressionante. Então, legalizar o casamento é uma forma de proteger os direitos dessa família”, revelou.

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