O argentino Pablo Bellini conversou com a revista Mensch desta semana a respeito de sua carreira de ator. No papel de Alejandro Ortega na novela das 19h Cheias de Charme, da TV Globo, ele falou sobre atuar em novelas brasileiras.

“É um sonho antigo que por sorte e muito sacrifício consegui realizar. Agora me convidaram para uma peça de teatro depois da novela e gostaria muito fazer cinema”, disso o ator.

Ele também comentou a respeito do assédio que está recebendo do público feminino: “Sabia que fazer novela aqui no Brasil tinha essa repercussão, mas é bem maior do que eu esperava, só vivendo mesmo para se ter a ideia real do que significa. Na rua já me falaram ‘Alejandro mi amor’. É algo novo para mim, estou curtindo muito. O artista gosta e precisa ser reconhecido faz bem para o ego. Acho que no Brasil as mulheres são mais simpáticas e abertas, as argentinas são um pouco mais introspectivas e os atores de novela são menos assediados do que aqui”.

Mas as interessadas podem perder a esperança: “Acho que o sotaque remete muito ao ‘latin lover’, a essa coisa do conquistador, mas eu sou um cara tranquilo. A minha esposa lida bem, ela confia em mim e é uma relação de muitos anos e muito madura. Já aprontei muito, acho que tem a hora certa para isso. Fora isso, a gente conversa muito, sempre. Não vou arriscar perder uma mulher maravilhosa e uma família linda por uma traição, por um ato de paixão, acho que o amor duradouro é muito mais difícil que uma paixão passageira, seria um negócio ruim perder algo muito mais difícil de encontrar por algo que você acha em qualquer esquina”.

Já quando o assunto é futebol, Pablo não se sai tão bem: “Eu gosto muito de esporte e de jogar bola, mas sou muito ruim (risos). Sempre que me convidam eles acham que por eu ser argentino jogo que nem o Messi (risos). Outro dia fui jogar convidado pelo Lucas Ribeiro, um ator do elenco, e depois do jogo ele me falou: ‘Você me enganou Pablo, acho que você não é argentino é paraguaio (risos)’. Se fosse jogador, ia ser um Dunga ou um Simeone e só cometeria faltas”.



Sem mais artigos