A atriz Irene Ravache tem feito um enorme sucesso como a Clô na novela Passione, de Sílvio de Abreu. Em entrevista à Jovem Pan, ela falou sobre o sucesso de sua personagem, que tem um figurino espalhafatoso e idolatra o bairro chique do Jardim América, onde mora atualmente com o marido Olavo, interpretado pelo ator Francisco Cuoco, a nora Jéssica, vivida por Gabriela Duarte, e o genro Berilo, papel de Bruno Gagliasso.

Irene Ravache revelou que não imaginava que a Clô fosse agradar tanto os telespectadores. “Quando a gente sabe que vai contracenar com determinados atores e com aquele diretor, você tem mais ou menos uma ideia do que vai ser. Mas muita coisa pode acontecer no meio do caminho e reverter tudo. A gente torce para que faça sucesso, mas eu não imaginava que fosse ser assim, ainda mais com um núcleo onde todos se dão muito bem”, comemorou.

A atriz fez questão de reiterar que parte desse sucesso se deve ao autor Sílvio de Abreu. “O texto dele é ótimo. A melhor coisa é que ele é de uma simplicidade, de um bom humor com a vida. A vida está sendo generosa com ele. Acho que a vida fica feliz de fazer isso para ele, porque ele é uma pessoa legal. É mais fácil trabalhar quando as pessoas aliam o seu talento a uma simplicidade. Ele gosta do seu elenco. Ele escreve saboreando para quem vai escrever. É muito bom ver que o autor está prestando atenção no que o ator está fazendo”, elogiou.

Ela também falou sobre o fato de contracenar com atores magníficos e grandes veteranos da televisão, como Fernanda Montenegro, que interpreta Bete Gouveia. “A Fernanda Montenegro é uma grande referência na minha vida e também na vida de quase todos os artistas, por ser a atriz que ela é e por ser a personalidade que ela é”, ressaltou.

E ainda revelou que Clô vai descobrir a traição da melhor amiga Jaqueline Brandão, interpretada pela atriz Alexandra Richter, mas garantiu que não sabe qual é o futuro reservado para sua personagem. “Tudo pode acontecer em uma novela de Sílvio de Abreu. A Clô pode até virar prefeita, ela seria muito popular. Acho que a Clô tem uma dose humana muito acentuada”, afirmou, lembrando que, em razão disso, as telespectadoras são muito carinhosos com ela.

“A primeira coisa que elas falam é agradecer pela alegria. Elas percebem que a Clô é uma pessoa do bem, que tem alegria de vida e é até ingênua em determinados momentos. Além disso, tem a possibilidade do humor. As pessoas dizem que estavam passando por um momento difícil, passando por um momento de depressão, e essa personagem as ajudou a sair disso. Tenho certeza que isso não é restrito ao personagem da Clô. Eles sentem que a novela tem uma coisa boa, mesmo os núcleos mais pesados. Passione atende a todo tipo de espectador e de interesse”, resumiu.

"Passione": Irene Ravache revela que Clô irá descobrir a traição da amiga Jaqueline

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