Pesquisa sobre fantasias sexuais revela que romantismo ainda está em alta!

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Montreal, no Canadá, apontou as fantasias sexuais mais comuns – e também as mais raras – entre homens e mulheres. Para burlar o fato de que o sexo masculino geralmente consegue falar e descrever mais abertamente seus sonhos eróticos, foram apresentadas 55 opções para que ambos dessem notas de 1 a 7, sendo a menor para “não concordo” e a maior para “concordo totalmente”.

Foram entrevistados 1,5 mil voluntários, sendo 799 homens e 718 mulheres, tanto hetero como homossexuais, com idades próximas a 30 anos, com o objetivo de determinar as fantasias mais raras, as incomuns e as típicas. Não deve ser surpresa que fazer sexo com romantismo foi bem aceito por 92,2% do sexo feminino, mas saiba que essa também é a fantasia mais cotada entre o macharedo: 88,3%. Na verdade achei até que seria maior entre os homens esse número, sabia? Ando achando os homens muito românticos. Mas nem vou me estender muito nesse assunto porque ele merece um texto próprio.

Mas, voltando à pesquisa, essa, portanto, é uma fantasia típica, seguida pelo sexo oral para os homens (87,6%, entre as mulheres ficou em 78,5%) e por transar em locais considerados românticos, aquele clichê da praia deserta, que alcançou 86,4% entre as fêmeas e 78,4% entre os machos.

Embora a pesquisa oferecesse opções para viajar bastante nas possibilidades, ainda houve fantasias favoritas que não estavam na lista.”As teorias da evolução biológica não conseguem explicar essas fantasias”, garantiu um dos pesquisadores.

O leque era aberto. Na média entre os resultados dos dois gêneros, foram considerados raros os desejos de fazer sexo com crianças ou animais (embora esse tenha atingido os 3% entre as mulheres). Fantasias como urinar no parceiro – ou o contrário – e cometer estupro ficaram entre as classificadas como incomuns. Sexo com prostitutas também entrou nessa leva, mas só porque a opção ficou em baixa entre as mulheres: ainda atingiu 39,5% nos homens.

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