Desde que foi anunciada – não oficialmente – a separação dos globais Cauã Reymond e Grazi Massafera, houve uma peregrinação de paparazzi tanto atrás do casal como de Isis Valverde, apontada como pivô do fim do relacionamento. A atriz logo se posicionou e disse que não tinha menor relação com esta história. Mas todo e qualquer clique poderia conter a denúncia do rompimento, como se a cada flash, os paparazzi tentassem conseguir penetrar na dimensão do fim de um caso de amor.

Fotos em que tanto o ator como Grazi apareciam sem aliança foram fartamente divulgadas. Mas um fenômeno se agravou, todo e qualquer passo de Cauã começou a ser fotografado de forma quase obsessiva.

Sim, é comum ter fotos de famosos dentro dos restaurantes, andando na orla, falando no celular, mas sempre de forma alternada. De repente, de uns tempos pra cá, se Cauã vai à academia, temos um clique, se ele vai à farmácia, temos outro. Ah! Na praia, embarcando e desembarcando em aeroporto, comprando sorvete, é sempre com ele, o ex (?) de Grazi.

Fotografar famosos fazendo coisas rotineiras é comum e bem aceitável nas colunas de celebridades, mas esta overdose de Cauã no seu dia a dia diz muito sobre a relação da imagem com a verdade.

Em cada foto, tenta-se como se isto fosse possível, revelar a verdade dos sentimentos e da história de separação do ator com Grazi. E ele, em um ato (Culpa? Medo? Desprezo? Nunca saberemos) de complacência aceita esta invasão como a forma mais possível de viver uma crise pessoal sendo uma pessoa pública. Tristes os nossos tempos!

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