O diretor Roman Polanski finalmente ganhou o processo contra a editora da revista Vanity Fair.

Ele processou a Conde Nast por produzir uma reportagem que o acusa cruelmente de flertar com uma “bela sueca”, enquanto se dirigia ao funeral de sua ex-mulher, Sharon Tate.

Ela foi morta grávida de oito meses e meio junto com quatro amigos, assassinados brutalmente por seguidores do serial killer Charles Manson, em agosto de 1969. O crime é tido como um dos mais violentos em Hollywood.

O artigo da revista dizia que Polanski usou a morte da esposa como “arma de sedução”.

Em depoimento dado através de videoconferência, o cineasta venceu o caso em audiências durante toda a semana.

Ele vai receber uma indenização de 87 mil dólares.

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