Em entrevista para a Top Magazine, a atriz e comediante Tatá Werneck,  que é capa e recheio da última ediçãod a revista, falou sobre o começo da carreira, que já foi humilhada em testes, que não é nenhum padrão de beleza, mas tem autoestima.

“Já fiz muito o Mosquito da Dengue no ônibus, sabia? Não tenho vergonha disso, sabe? Mas eu sabia que um dia contaria essa história dando risada”, conta a atriz.

E continua: “Já fui muito humilhada em testes, mas adorei ter tido 17 anos de muito ‘não, porrada e choro’. Porque isso é o que faz com que eu não me deslumbre com nada, faz com que eu mantenha sempre as minhas raízes e meu pé no chão e saiba sempre o que realmente quero fazer; o que é de verdade, o que não é”.

Além de pé no chão, ela é bem crítica com sua aparência, mas apesar de não se achar dentro dos padrões de beleza, Tatá se ama do jeito que é. “Nunca tive baixa autoestima porque me amo muito. Pra mim, estar bem não é só estar gata, é estar feliz, pulando, cometendo uma gafe! Sei que não faço parte do padrão de beleza brasileiro e nem mundial, mas tô feliz da vida”.

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