Em entrevista ao programa SuperPop da apresentadora Luciana Gimenez, da RedeTV!, que vai ao ar nesta quarta-feira (01), o empresário Roberto Justus falou sobre sua relação com a mulher, Ticiane Pinheiro, e com seus filhos. Questionado se a loira é ciumenta, ele disse que não. “Ela é na medida certa, sabe com quem é casada. A gente tem que passar segurança ao parceiro e ela tem que confiar no taco dela”, explicou.

Roberto também comentou que é um pai participativo, mas admitiu que tem algumas coisas que ele não gosta de fazer, como trocar fraldas. “Troco por experiência, mas não gosto. O pai não precisa se sacrificar em certas coisas. Eu não posso amamentar, então por que tenho que acordar junto? E não sou menos pai por causa disso”, opinou o pai da pequena Rafaela, de apenas dois anos.

Sobre os 30 anos de carreira comemorados neste ano, Justus disse: “Uma vez que você trabalha por tanto tempo assim, o mínimo que você tem que fazer é se tornar gradualmente desnecessário ao seu próprio negócio. Não gosto daqueles donos de empresas ou grandes empresários que acham que eles podem continuar administrando tudo da mesma forma que faziam quando eram jovens. Hoje, por exemplo, eu tenho seis empresas e cada uma delas tem um presidente que se reporta a mim. Eu sou o senhor do grupo, mas eles fazem melhor que eu no dia a dia. Eu não tenho mais paciência de fazer certas coisas que fazia, na época que tinha a idade deles. Se a gente entender isso, a empresa pode se perpetuar. Tem que saber delegar, saber passar funções. Uma vez que estou delegando, já tenho tempo para fazer outras coisas”, explicou.

Ao falar de seu hobby, a música, Justus desabafou. “Eu tenho uma banda. Cantava sempre quando era pequeno em karaokê. Eu adoro cantar e sabia que era afinado e aí, decidi ter aula de canto. Tenho um domínio vocal bom mesmo, mas no Brasil ninguém aceita quem tem multifacetas. Se você faz bem mais de uma coisa, as pessoas não aceitam. Não pode. Infelizmente, é assim que se lida com o sucesso aqui. Pra mim, a música não é carreira, é prazer. Então, por exemplo, se contratam o nosso show, e a gente já fez vários, o meu cachê vai para uma instituição de caridade. Modestamente, eu canto bem”.





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