Demorou quase três anos, mas enfim a aposta feita entre Richard Branson, criador da Virgin Racing, e Tony Fernandes, bilionário dono da Lotus/Caterham, ambas as equipes de menor expressão da F1. Os dois chefões fizeram em 2010 um acordo entre cavalheiros um tanto quanto inusitado. O time que terminasse a temporada daquele ano com menos pontos, seria obrigado a trabalhar como aeromoça da companhia aérea do rival.

E como naquele ano a Lotus/Caterham terminou à frente da Virgin, Branson, mesmo que com um atraso de anos, resolveu pagar o prometido. Ao melhor estilo Drag Queen, Branson depilou as pernas, caprichou no batom vermelho e vestiu a tradicional meia-calça com uniforme vermelho para o seu grande dia de comissária de bordo.

Bem humorado, o chefão da Virgin serviu bebidas para os passageiros da Air Asia. E para animar ainda mais a brincadeira, Branson, ao invés de entregar um copo de suco de laranja para o amigo Tony Fernandes, despejou o conteúdo da jarra no colo do rival.

“Ele olhou para mim e eu falei “não se atreva!” e em seguida virou a jarra inteira em cima de mim”, contou Fernandes. “Ele e as garotas limparam tudo, mas fiquei de cueca por algum tempo, pois não havia levado outra calça”, completou o dono da Caterham, que entrou na brincadeira.

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