Um dos maiores ídolos de todos os tempos do esporte brasileiro ganhou um filme. O documentário “Senna” chegará a 118 salas de cinema em todo o território nacional no dia 12 de novembro.

Nesta quinta-feira, o longa metragem de uma hora e 47 minutos foi exibido para a imprensa. 

O documentário dá show na utilização de imagens inéditas de arquivo pessoal e da Fórmula 1 e não mostra nenhum dos entrevistados – apenas as vozes são ouvidas em forma de narração. Seguindo a ordem cronológica dos fatos, é mostrada a carreira de Ayrton Senna na F1 desde o começo e reserva bastante destaque para a rivalidade entre Senna e o francês Alain Prost.

“Se fossemos fazer um filme de ficção, acho que nem teríamos dinheiro para tantas opções de imagens que tivemos. Foi uma mistura de sorte e trabalho para encontrarmos tanto material”, disse o diretor Asif Kapadia.

Com a nítida intenção de emocionar quem assiste, o documentário parece até um filme de ficção, tamanha a dramaticidade colocada. Além da tensão entre o brasileiro e Prost, a falta de harmonia com o então presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) Jean-Marie Balestre e o lado político da Fórmula 1 são bastante explorados.

“O filme mostra que o principal adversário do Ayrton não foi Prost ou Mansell, e sim, o sistema político da F1”, afirmou Viviane Senna, irmã do homenageado e presidente do Instituto Ayrton Senna.

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