A polícia francesa interrogou nesta sexta-feira (03) o filho de Michael Schumacher, que estava presente no local do acidente de esqui que deixou o ex-piloto em estado grave, informou a emissora de televisão BFM TV.

Mick, de 14 anos, prestou depoimento no hospital universitário de Grenoble, onde o heptacampeão mundial de Fórmula 1 está internado desde o último domingo (29).

Os investigadores mostraram interesse em encontrar a câmera que estaria no capacete de Schumi, quando ele caiu e bateu a cabeça em uma pedra na estação de Méribel, nos Alpes franceses.

A justiça francesa abriu uma investigação para determinar as causas do acidente e estabelecer se podem ser apontadas responsabilidades, por exemplo, de uma eventual sinalização deficiente para demarcar as pistas.

A representante e porta-voz do alemão, Sabine Kehm, garantiu na última terça-feira (31) que Schumi não esquiava em alta velocidade, e que a queda aconteceu quando ele saiu do percurso para ajudar um amigo que havia sofrido uma queda.

Hoje não houve atualização sobre o estado de saúde do ex-piloto. A própria equipe médica já havia revelado dois dias atrás que só haveria conversas com a imprensa caso houvesse mudança significativa no quadro de Schumacher, que está em coma induzido e completou nesta sexta 45 anos.

Mais cedo, o ex-piloto francês Philippe Streiff, que esteve no hospital, contou aos jornalistas que conversou com o médico Gérard Saillant que admitiu que “não sabia se ele (Schumacher) iria sobreviver.

Segundo Streiff, todos os dias são realizados exames na cabeça do alemão para observar como os edemas são reabsorvidos, e também que os médicos admitem haver risco de sequelas graves.

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