Uma reportagem veiculada no jornal The Washington Post revelou que o presidente dos EUA é um leitor ávido de notícias diárias e revistas, indo além dos relatórios que lhe são enviados por assessores.


 


Durante uma visista ao Afeganistão, no ano passado, surpreendeu seus conselheiros durante uma discussão entre dois militares sobre um novo estudo de stress e desordens pós-traumáticas.


 


Sedento por informações em primeira mão, Barack Obama acompanha as revistas New Yorker, The Economist, Sports Illustrated e Rolling Stone e tem também grande interesse pelos


jornalistas que tenham opiniões sobre seu governo e as questões políticas do Oriente Médio.


 


Por isso, acompanha o twitter do jornalista Andrew Sullivan, do site The Atlantic, que no ano passado estava cobrindo as eleições do Irã.


 


Segundo fontes ligadas ao presidente, Obama se comunica muito através de seu BlackBerry e costuma mandar e-mails durante a noite.


 


Nas reuniões com sua equipe, fica irritado quando todos concordam e não trazem nenhuma polêmica, e pede que voltem com críticas e sugestões. “Ele quer conselheros com diferentes perspectivas, para somar no trabalho de equipe e trazer novidades à sua administração”, disse uma fonte ligada à ele.



 

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