No dia 4 de julho de 1865, Lewis Carroll, pseudônimo do professor de matemática inglês Charles Lutwidge Dodgson, lançou a primeira edição de Alice no País das Maravilhas. Diante tanta exuberância estilística e imaginativa, o livro foi retirado das prateleiras e destruído. A causa? Nada envolvendo política ou escândalos, apenas a impressão era de péssima qualidade.

A história começa há exatos 3 anos atrás. No dia 4 de julho de 1862, Carroll leva as três filhas de um amigo – Alice, Lorina e Edite – para um passeio de barco pelo rio Tâmisa, em Londres. Enquanto remava, começou a contar a história que viria a ser a mais famosa da literatura infantil mundial.

Fonte inesgotável de inúmeras leituras críticas, o clássico serve tanto para adultos como para crianças, seus duplos sentidos, seus desdobramentos elevaram o livro ao status único de clássico e pop. O sorriso do gato de Alice, o Chapeleiro Maluco, o coelho sempre atrasado são termos de entendimento universal.

Provando que mesmo depois de 145 anos, a obra de Carroll continua muito atual, recentemente tivemos tanto a estréia de Alice no País das Maravilhas de Tim Burton:

Como o clipe da cantora Avril Lavigne com claras referências ao livro de Carroll:

E de pensar que tudo surgiu inspirado nessa garota:

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