Usain Bolt conquistou hoje o terceiro ouro no Mundial de atletismo de Berlim, desta vez como parte da equipe da Jamaica que disputou a final do revezamento 4x100m.

Bolt e o trio formado por Steve Mullings, Michael Frater e o ex-recordista dos 100m Asafa Powell parou o cronômetro em 37s31, novo recorde do campeonato – porém, a 21 centésimos da marca de 37s10 feita pela mesma equipe nos Jogos de Pequim.

A prata foi para Trinidad e Tobago, com 37s62, e o bronze acabou com a Grã-Bretanha, que completou o percurso em 38s02.

A equipe americana, que poderia ameaçar o triunfo dos jamaicanos, acabou eliminada por passar o bastão fora da região permitida nas eliminatórias. O Brasil ocupou o lugar e acabou a prova em sétimo.

Correndo com Vicente Lenílson, Sandro Viana, Basílio de Moraes e José Carlos Moreira, o Codó, a equipe brasileira fez um tempo de 38s56.

Um dia depois de completar 23 anos, Bolt comemora a terceira vitória no Estádio Olímpico da capital alemã. Antes, venceu e bateu novamente o recorde mundial nos 100 e 200m.

A única diferença para os Jogos de Pequim foi a quebra da melhor marca também no revezamento. No Mundial de Osaka, há dois anos, o americano Tyson Gay tinha ficado com as medalhas de ouro nos 100, 200m e 4x100m.

Para se igualar ao mito americano Jesse Owens, que deixou Hitler perplexo nos Jogos Olímpicos de 1936, na mesma Berlim, só faltou o ouro no salto em distância.

Até mesmo o americano Mike Powell, recordista mundial do salto em distância com 8m95, garantiu que o jamaicano pode superar os 9m com sua velocidade e pernas longas assim que adquirir uma técnica rudimentar.

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