Com a segunda queda consecutiva, logo após ter atingido a casa dos 61 mil pontos pela primeira vez em 14 meses, a Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o pregão desta quinta-feira (24) muito perto de deixar a casa dos 60 mil pontos, em razão principalmente do mau desempenho das commodities e das bolsas internacionais, que levaram os investidores a venderem seus papéis.

Ao final da quinta-feira, o Ibovespa apresentava retração de 0,74%, aos 60.046 pontos, com giro financeiro de R$ 5 bilhões. Entre as principais ações da Bovespa, destaque para a alta de 3% dos papéis da BM&F Bovespa. Na outra ponta, Petrobras recuou 1,34%, Vale perdeu 1,12%, Gerdau caiu 1,28% e CSN teve retração de 1,39%.

Nos Estados Unidos, o mercado também foi afetado pela divulgação de planos de autoridades monetárias para a redução da oferta emergencial de liquidez para instituições financeiras. Assim, Dow Jones fechou com queda de 0,42%, Nasdaq recuou 1,12% e S&P 500 apresentou desvalorização de 0,95%.

Já na Europa, o FTSEurofirst 300, principal indicador do continente, caiu 1,8%, para 988 pontos, mas ainda apresenta ganhos de 19% neste ano, estando por outro lado 40% abaixo do pico, registrado em 2007. Nos mercados locais, Londres teve retração de 1,17%, Frankfurt perdeu 1,7% e Paris recuou 1,66%.

Dólar

Após avançar 1,45% na máxima do dia, a cotação da moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,95%, a R$ 1,805. A alta registrada no fechamento foi a maior desde 14 de agosto.

Bovespa fecha em queda pelo segundo dia seguido; dólar fecha acima de R$ 1,80

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