Mantendo o otimismo dos últimos meses, a Bolsa de Valores de São Paulo teve mais um dia de valorização nesta quarta-feira (o oitavo em nove pregões), fechando acima dos 60 mil pontos no que foi o maior resultado desde julho de 2008. No acumulado do ano, o avanço já ultrapassou os 60% e, desde o piso da crise, em outubro, a alta supera os 101%.

Ao final do pregão, o Ibovespa avançava 1,94%, aos 60.410 pontos, com expressivo giro financeiro de R$ 6,8 bilhões, em decorrência principalmente da divulgação de dados positivos sobre empresas e economias de diversas nações, que possibilitaram também o avanço no preço das commodities.

Entre as principais ações da Bovespa, Petrobras subiu 2,84%, Vale ganhou 1,46%, Bradesco teve valorização de 1,97%, CNS teve alta de 3,33%, Usiminas e Gerdau ganharam, respectivamente, 3,86% e 3,51%. Nos Estados Unidos, a tendência foi semelhante, com os mercados fechando em alta e Dow Jones se aproximando da barreira dos 10 mil pontos (encerrou o dia a 9.791). O principal indicador do país subiu 1,12%, enquanto Nasdaq ganhou 1,45% e S&P 500 teve valorização de 1,53%.

Na Europa, a tendência foi semelhante, e o FTSEurofirst 300, principal indicador do continente, encerrou o dia com avanço de 1,27%, aos 1.005 pontos, acima da marca dos mil pontos pela primeira vez em mais de 11 meses. Nos mercados locais, Londres ganhou 1,63%, Paris subiu 1,64% e Frankfurt teve valorização de 1,27%. O dólar comercial teve retração de 0,38%, valendo agora R$ 1,800, menor cotação desde 22 de setembro do ano passado (quando a moeda estava em R$ 1,793).

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