Uma crise tão ou mais grave que a econômica pode afetar o planeta em 2030. Só que, dessa vez, o problema deve ser a falta de água, alimentos e energia. De acordo com o principal conselheiro científico do governo britânico, John Beddington, a situação poderá se transformar em uma verdadeira catástrofe.

Beddington diz que a população mundial estimada para 2030 é de 8,3 bilhões de pessoas, o que significa uma demanda até 50% maior por alimentos e energia e 30% maior por água potável. Somando-se as mudanças climáticas, que prejudicam as plantações e fontes de água, o quadro não é dos mais otimistas.

Mas o especialista aponta algumas possíveis soluções. Melhorar a produtividade agrícola mundial, criando plantas mais resistentes e adotando técnicas mais eficientes de colheita, é uma das sugestões para evitar que as atuais perdas se mantenham: hoje em dia, de 30% a 40% da produção sucumbe a pragas e doenças.

A adoção de fontes de energia mais limpas e melhorias na estocagem de água também são apontadas por ele como formas de evitar, ou ao menos abrandar, a crise.

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