Nesta quarta (13), começa oficialmente o <b>62º Festival de Cannes</b>, na França. E se no ano passado os brasileiros brilharam na mostra com <i>Ensaio Sobre a Cegueira</i>, de Fernando Meirelles, e <i>Linha de Passe</i>, de Walter Salles, nesta edição, o Brasil tem presença reduzida.

Apesar do menor destaque, dois longas nacionais conseguiram um bom lugar na seleção oficial deste ano. <i>À Deriva</i>, de Heitor Dhalia (<i>O Cheiro do Ralo</i>) garantiu um lugar na prestigiosa mostra Um Certo Olhar, voltada à descoberta de novos autores. O diretor também está atualizando o blog Diário de Cannes, onde vai compartilhar com os leitores tudo o que acontece na mostra.

Já o novato Eduardo Valente, um dos editores da revista eletrônica <i>Cinética</i>, estreia em Cannes com o longa <i>No Meu Lugar</i>, que passa como sessão especial da Cinéfondation – mostra competitiva de curtas do festival.

Em <i>À Deriva</i>, terceiro longa de Dhalia, há Debora Bloch e o francês Vincent Cassel representando um casal em crise. A trama, filmada no litoral fluminense, é passada ao espectador através do olhar da filha adolescente dos amantes.

Já na estreia de Eduardo Valente nas telonas, conhecemos a história de diversas personagens que, de algum modo, se unem por causa de uma morte provocada em uma tentativa de assalto, no Rio de Janeiro.

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