Sucesso na internet, antes mesmo de chegar às telas norte-americanas, o seriado Fringe estreia nesta terça (17) no Brasil. A série, exibida pela Warner, atraiu a curiosidade de quase 50 mil pessoas, que baixaram o piloto em apenas uma semana, meses antes antes dele estrear. A culpa de tanta ansiedade? O nome por trás da criação de Fringe: J.J. Abrams, o mesmo de Lost.

O ponto de partida da série é também um acidente de avião, mas bem longe de uma ilha. O avião em questão faz um pouso de emergência no aeroporto de Boston, aparentemente intacto. Mas todos os passageiros e a tripulação, no entanto, são encontrados mortos. A partir daí tem início uma investigação comandada por uma agente especial do FBI.

Como – bem ao gosto de J.J. Abrans – o caso se torna cada vez mais complicado e misterioso, ela acaba pedindo ajuda a um cientista considerado o maior gênio vivo. O problema, no entanto, é que ele passou quase 20 anos em uma clínica psiquiátrica, e por isso apenas seu filho, Peter, consegue se comunicar com ele.

De acordo com os próprios produtores, a série é uma mistura de Arquivo X com Lost, e fãs mais atentos vão até notar algumas semelhanças com essa última, como frases repetidas ou trechos de músicas que aparecem em ambas as séries. A mais evidente, no entanto, é a presença do ator Lance Reddick. Dono de um papel de destaque em Fringe, ele é também o misterioso Matthew Abaddon, em Lost.

Com um orçamento milionário, Fringe teve um investimento de US$ 10 milhões apenas em seu piloto duplo. E, dos 13 episódios inicialmente previstos, a série acabou ganhando 22.

Sem mais artigos