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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira novas normas para aumentar a eficiência no consumo de combustíveis e reduzir as emissões de poluentes dos veículos americanos.

Em um ato no jardim da Casa Branca, no qual estiveram presentes, entre outros, os diretores das principais empresas automobilísticas dos EUA e o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, o presidente americano declarou que, “durante décadas, fizemos muito pouco para melhorar a eficiência no consumo de combustíveis”.

As novas medidas começarão a ser aplicadas gradualmente aos modelos produzidos a partir de 2012 e preveem que, em 2016, um automóvel terá que percorrer uma média de 35,5 milhas por galão (aproximadamente 100 quilômetros por 6,63 litros de gasolina).

Isso representa, segundo os cálculos da Casa Branca, uma economia de 5% por ano no consumo e uma redução de 900 milhões de toneladas métricas em emissões de dióxido de carbono.

Uma lei aprovada pelo Congresso americano em 2007 já exigia que o consumo médio de um automóvel deveria ser de 35 milhas por galão até 2020.

Segundo Obama, “no passado, um acordo como este seria considerado impossível”.

O presidente americano garantiu que o anúncio desta terça-feira representa “uma mudança na política de Washington e é precursor de uma mudança em como os negócios são feitos” nos EUA.

Obama elogiou os fabricantes de automóveis, os sindicatos e os líderes políticos por contribuirem para a conquista do que considerou um “acordo histórico para ajudar os EUA a romperem sua dependência do petróleo importado”.

Segundo o chefe de Estado americano, as novas normas permitirão economizar 1,8 bilhão de barris de petróleo durante a vida útil dos veículos que devem ser vendidos nos próximos cinco anos.

Essa economia, ressaltou Obama, representará mais petróleo do que os EUA importam de Arábia Saudita, Venezuela, Líbia e Nigéria juntos.

Especialistas calculam que a adaptação dos novos veículos custará em média US$ 1.300 por unidade.

Obama admitiu que “custa dinheiro construir estes veículos”, mas lembrou que esse custo será neutralizado já que os motoristas poderão economizar no reabastecimento.

Atualmente, o consumo nos EUA está fixado em 27,5 milhas por galão (8,55 litros por 100 quilômetros) para automóveis e 24 milhas por galão (9,8 litros por 100 quilômetros) para caminhonetes.

A medida significa que os estados não poderão fixar de forma individual seus próprios limites de consumo e emissões, como queria a Califórnia.

As novas normas permitirão unificar os padrões de consumo e emissões poluentes em todo o país.

Quatorze estados dos EUA, entre eles a Califórnia, além do Distrito de Columbia, tinham reivindicado do Governo federal que lhes permitisse aplicar medidas mais estritas do que as existentes até agora.

O setor automotivo se opunha às propostas da Califórnia, argumentando que seria necessário impor padrões diferentes de acordo com os estados do país.

Entretanto, o padrão adotado nacionalmente será similar ao sugerido pela Califórnia.

Com o acordo anunciado nesta terça, negociado desde a chegada de Obama à Casa Branca em janeiro, agora há um compromisso entre o Governo americano, os estados e o setor automotivo.

Em comunicado, a Ford se mostrou satisfeita pelo fato de “o presidente Obama ter adotado medidas decisivas e positivas quando colaboramos para conseguir um padrão único para o consumo e as emissões dos veículos que seja bom para a economia e para o meio ambiente”.

Hoje em dia, cabe ao Departamento de Transporte americano regulamentar os padrões de consumo dos veículos produzidos no país, enquanto que a Agência de Proteção Ambiental (EPA, em inglês) controla as emissões de poluentes.

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