Um novo caminho na contratação de jogadores aparece no futebol mundial. O site de relacionamento Olehh! foi criado para facilitar a negociação entre empresários e atletas, uma relação muitas vezes questionada no país devido à constante saída de nossas revelações para o exterior.

“Nosso objetivo é facilitar a negociação e o contato entre jogador e empresário, mas não participamos diretamente do acordo. A única coisa que fazemos, além de sermos banco de dados, é verificar a existência de empresas e confirmar os perfis para evitar que os atletas sejam enganados com perfis falsos”, disse o ex-jogador Nicolas Lorentziads, um dos donos do site brasileiro. Ele tem como sócio o irmão, Ronald.

Criado há dois anos e com uma base de 10 mil jogadores, mais de cem clubes, 200 empresários e 300 treinadores, a página, agora reformulada, busca expansão fora do país. Além disso, novas ferramentas estão sendo criadas para aumentar a interatividade entre os cadastrados.

“Queremos a internacionalização do sistema, aumentando as opções de negociações para todos envolvidos nele. Para isso criamos novas ferramentas para maior interatividade. Agora, o site funciona como uma espécie de Orkut do futebol”, definiu Lorentziads.

Para facilitar a divulgação, a página conta com parceiros como o Instituto Wanderlei Luxemburgo (IWL), a empresa Uhlsport, além de recente acordo com a Netshoes. No entanto, Lorentziads confirma que existe mais negociações. E espera que a Nike venha ser a patrocinadora oficial dos jogadores do Olehh!. Desde que foi criado, há cerca de dois anos, o site já participou de campanhas da grife esportiva americana, como a campanha/documentário Batalha das Quadras.

Com o IWL o trabalho é uma troca de banners para divulgação de ambos. Apesar de ter objetivos diferentes, Lorentziads vê sinergia entre os dois. “Eles oferecem cursos de especialização em áreas especificas para técnicos, fisioterapeutas, empresários, e no Olehh! a ideia é que essas pessoas divulguem seu perfil, seu histórico, conheçam pessoas do meio futebolístico, etc. E assim um complementa o outro”, finalizou Lorentziads.

Sem mais artigos