Irritado com o volume e a quantidade de conversas dentro de uma sala de aula da Escola Municipal Cuba, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, o professor de Geografia Marcelo Souza Leite, de 43 anos, tomou uma atitude extrema na tarde de ontem: atirou um apagador no rosto de uma aluna, de apenas 11 anos.

A menina procurou a direção da escola, que chamou a mãe da jovem, acompanhada por uma advogada. Ambas passaram pelo local e deram queixa, logo depois, na 37ª DP (Ilha do Governador). O professor, que estava substituindo sua mulher, doente, alegou que não tinha a intenção de machucar a aluna.

A garota, que está com receio de retornar à escola, recebeu hoje atendimento psicológico. Em nota, a Secretaria municipal de Educação afirmou que “a Coordenadoria de Educação da região já instaurou uma sindicância para apurar os fatos, com prazo de 60 dias para conclusão. Ao final do processo, caso seja comprovada uma conduta inadequada do professor, todas as medidas cabíveis serão tomadas pela Secretaria municipal de Educação”.

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