Como forma de protesto, as prostitutas de Copenhague, na Dinamarca, decidiram oferecer “sexo grátis” às autoridades que participam da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas. A “promoção” é válida durante os 12 dias do evento, que vai de 7 a 18 de dezembro.

A ideia surgiu depois que a prefeitura da capital dinamarquesa decidiu divulgar folhetos em hotéis, bares e restaurantes alertando para que os visitantes evitem o sexo pago. “Pratique a sustentabilidade: Não pague pelo sexo”, diz uma das mensagens.

Além disso, as autoridades locais também solicitaram aos hotéis para que tomem medidas contra a circulação das garotas de programa em suas portarias.

Sem poder divulgar o trabalho, as garotas recorreram à internet. Segundo Susanne Moeller, membro da Associação Dinamarquesa das Profissionais do Sexo, as autoridades da ONU que estiverem interessadas no serviço devem conhecer as prostitutas através do site da associação.

“Os delegados devem selecionar a garota e levar um dos cartões que receberão após a apresentação de um pedido no nosso site, bem como apresentar a credencial da conferência”, explicou Moeller.

O protesto das garotas é juridicamente legítimo, uma vez que a prostituição foi descriminalizada na Dinamarca em 1999.

Sem mais artigos