Três dos seis novos casos de doping nos Jogos de Pequim recentemente anunciados estão vinculados à Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, em inglês). Os três atletas em questão consumiram eritropoetina (EPO) de nova geração, do tipo Mircera. Os comitês nacionais já foram notificados. Um deles é Rashid Ramzi, do Bahrein, ouro nos 1.500 metros do atletismo.


 


A IAAF divulgou que não anunciará nenhuma medida de suspensão até a próxima semana. A entidade espera que o COI (Comitê Olímpico Internacional) forneça mais detalhes. Os atletas podem pedir uma contraprova.


 


Outro caso confirmado é o do ciclista alemão Stefan Schumacher, que já havia pego dois anos de suspensão por ter dado positivo por eritropoetina (EPO) no último Tour de France. Mas sempre sustentou sua inocência. Outro caso no ciclismo é do italiano Davide Rebbelin, que foi banido.


 


No total, há sete amostras, de seis esportistas diferentes, das 847 examinadas. Elas acusam a presença de cera, uma versão avançada de eritropoetina (EPO). Esta nova avaliação se concentrou em esportes como ciclismo, remo, natação e atletismo.

Três dos seis novos casos de doping em Pequim são do atletismo

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