Os dois golaços marcados pelo atacante Ronaldo Fenômeno, do Corinthians, no último domingo (26/04), em pleno Estádio Urbano Caldeira, popularmente conhecido como Vila Belmiro, inspirou a equipe do VirgulaEsporte à vasculhar e encontrar os mais belos tentos marcados na casa do Rei do Futebol (Veja os vídeos abaixo), Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

O primeiro da lista foi, literalmente falando, um gol de placa. O autor da obra prima foi o meia Marcelinho Carioca, que no dia 11 de fevereiro de 1996, em um clássico entre Corinthians e Santos, deu um chapéu no volante Marcos Assunção e bateu com a chapa do pé sem dar chance ao goleiro Edinho. O jogador chegou a receber uma placa do próprio Pelé, homenageando o feito do camisa 7.

O segundo gol da nossa lista também pertence ao “Pé-de-anjo”. Desta vez defendendo o Vasco, o jogador recebeu um cruzamento do meia Moraes e acertou um belo chute de canhota, sem chance para Fábio Costa defender.

Outro gol que merecia uma placa foi o marcado pelo colombiano Molina, no ano passado, em partida contra o Chiva-MEX, pela Libertadores da América. O jogador acertou um belo chute de fora da área.

Não são apenas os meias que marcaram belos gols na Vila Belmiro. O zagueiro André Luís, conhecido por seu temperamento nervoso e que na época defendia o time do Santos, acertou um petardo em uma cobrança de falta no ângulo.

Continuando a etapa de gols marcados por santistas, temos a pintura do volante Caíco, que em 1997, na goleada por 4 a 0 sobre o Palmeiras, marcou o terceiro e mais bonito gol da partida. Após receber uma bola fora da área, o jogador bateu de forma colocada, acertando o ângulo direito. Uma pintura.

Quem também deixou sua marca na Vila foi o meia Ricardinho. Jogando contra o São Paulo, o camisa 8 do Santos cobrou uma falta perfeita, indefensável para Rogério Ceni, que só observou.

Por fim, mas não menos importante, o meia Zé Roberto, durante sua curta passagem pelo time santista foi o responsável por mais uma finalização perfeita. Durante uma partida da Libertadores da América.

Após uma arrancada digna de um garoto em início de carreira, o então camisa 10 do Santos deixou o zagueiro adversário para traz e encobriu o goleiro com uma cavadinha.

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