Mulheres em profissões predominantemente masculinas já nem são tão novidade. E se fosse o contrário e você desse de cara com um homem exercendo um trabalho sempre associado a elas, como o de manicure, por exemplo?
 
Em alguns países da Ásia isso não causaria muito estranhamento – na China, aliás, há muito mais homens do que mulheres no ramo. Mas também por aqui alguns salões já têm seus funcionários treinados para cuidar das unhas de suas clientes.
 
Em São Paulo, por exemplo, o Empório das Unhas, no bairro da Liberdade, conta com três empregados especializados em alongamento, sendo que um deles também faz unhas de maneira tradicional.
 
E trata-se de um mercado bastante promissor. O Brasil é o campeão mundial em cirurgias plásticas e terceiro maior consumidor de produtos de beleza, registrando uma média de 10% de crescimento anual no setor, segundo um estudo publicado pelo jornal inglês Financial Times. Nem é preciso explicar, portanto, o quanto as brasileiras são vaidosas (e estão dispostas a investir nisso).
 
Profissionais menos especializados em geral aprendem o trabalho com alguém da própria família, mas existem diversos cursos para quem quiser se aperfeiçoar e conhecer técnicas mais elaboradas. Dois bons lugares para começar são o Senac, com seu curso de Manicure e Pedicure, e o Instituto Embelleze, que tem 250 unidades franqueadas espalhadas pelo país e oferece cursos de Manicure e Pedicure Profissional, Avançado e de Especialização. 

Manicure é trabalho de... homem?

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