Pense numa central de regalias. Pensou? Agora multiplique várias vezes. Pronto. Temos um celular smartphone. A gente usa tanto, tanto, que se sente órfão quando a coisa quebra.

Como você faz para chamar um amigo, a namorada, a mulher, a mãe ou qualquer pessoa? Liga do celular. Não sabe o caminho? É hora de gastar um pouco do 3G com o mapa do Google. Quer passar o tempo? Em duas ou três “dedadas” você instala um joguinho.

Citamos o celular porque ele é o símbolo do avanço tecnológico que transformou uma série de coisas em objetos banais. Antes disso, as coisas eram realmente pesadas, no sentido literal da palavra.

Resolvemos revirar esse baú empoeirado para relembrar como eram essas coisas tão corriqueiras atualmente em seus primórdios. O resultado está ai em cima.

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