O número de mortes causadas pela nova cepa da gripe aviária, a H7N9, aumentou para 24 com o óbito de um homem de 89 anos em Xangai, enquanto já há 126 casos de contágio confirmados na China.

Apesar desta nova vítima, de sobrenome Chen, que sofria de pneumonia e foi diagnosticada com o vírus há duas semanas, por enquanto não foram registrados novos casos em Xangai, anunciou a Comissão de Saúde e Planejamento Familiar local.

As nove pessoas que estiveram em estreito contato com Chen se encontram sob observação médica, mas não mostraram sintomas da doença, assim como ocorreu nos demais casos. Com isso, ganha força a teoria de que o vírus não passa de uma pessoa para outra, o que descarta o risco de pandemia.

Em Xangai, já foram detectados 33 casos de H7N9 em humanos. Deste total, nove estão em isolamento clínico e 11 já receberam alta.

Enquanto isso, na província oriental de Shandong, um menino de 4 anos, filho de um homem contagiado por essa gripe, também adoeceu pelo vírus, mas as autoridades sanitárias da região asseguram que não há provas de que o contágio tenha ocorrido entre humanos.

O pai, de 36 anos, não teve contato direto com aves, mas a família vive perto de um mercado com pontos de venda de aves vivas, segundo a imprensa de Jinan, a capital dessa província.

Desde o último dia 25, um grupo de especialistas conjunto da Organização Mundial da Saúde Animal e do Ministério da Agricultura está trabalhando na China para estudar a cepa, e por enquanto assegura que não há provas de nenhum contágio pelo consumo de ovos ou carne de aves.

Sem mais artigos