Ela tem uma coleção um tanto excêntrica: bonecas que se parecem recém-nascidos, muitas delas com carinhas de demônio. São mais de 500 bebezinhos de plástico que Marilyn Mansfield, de Staten Island, EUA, cuida como se fossem suas filhas. Ela leva as pequenas irmãzinhas do boneco Chucky para parques, troca as roupinhas e lava os cabelos de toda a sinistra coleção. 

 

A americana tem 33 anos e disse ao “Daily Mail” ser muito mais feliz quando fica com as suas bonecas mortas. Marilyn é mãe de três filhos (esses vivos e de carne e osso) e afirma que cada item de sua coleção vale em torno de R$ 5 mil (preço pago por outros admiradores). 

Ela se apaixonou pelas bonecas de terror na década de 1980, justamente, quando viu o filme com o famoso brinquedo assassino. “Eu sempre adorei bonecos do Chucky. Ter um bebê demônio em um berço preto sempre foi minha fantasia”, disse ela ao jornal inglês. 

Segundo ela, quando sai na rua com uma de “suas filhas” adora ver a reação das pessoas, que geralmente ficam em choque ao ver a “criança”. “Eu as levo comigo como se fossem parte da família. Coloco-as em assento no carro ou em um carrinho. Não faço isso para chamar atenção, isso me faz sentir completa e, se alguém acha que a boneca é real ou me faz perguntas, estou sempre disposta a responder”, afirmou.

Além dos “bebezinhos satânicos”, a americana também coleciona aquelas bonecas que  parecem nenês de verdade, e isso faz com que as pessoas fiquem ainda mais confusas ao vê-la nas ruas. Recentemente uma pessoa a parou em uma loja, durante seus passeios, e disse que o bebê parecia um pouco pálido demais.

De tanto verem bonecas, os filhos de Marilyn acabaram adotando o hobbie da mãe. Seu filho, de 7 anos, já tem a própria coleção e a filha, de 12 anos, a ajuda a dar banho nas irmãzinhas de plástico. Apenas o marido não se envolve muito com o assunto. “Ele não tem interesse em bonecas, mas se acostumou a ter uma família de grande porte”, brinca.

Para ela, colecionar bonecas a deixa calma e relaxada. “Quando os nossos filhos são bebês é um momento especial. Ter uma boneca que parece um bebé é como ter esse momento o tempo todo”. 

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