A turística cidade de Acapulco (sim, aquela que foi eternizada na série Chaves) está quebrada com uma dívida que no final do ano alcançará os US$ 162,1 milhões, quantia que supera seu orçamento anual.

“Precisamos que a Federação invista em Acapulco para podermos seguir adiante”, disse em entrevista coletiva o prefeito do município, Luis Walton, assegurando que nem sequer o governo do estado tem capacidade econômica para resgatar a cidade.

O prefeito, que assumiu seu cargo há pouco mais de um mês, acusou a última administração, comandada por Manuel Añorve, do Partido Revolucionário Institucional (PRI) de ser a responsável pela situação.

“É um desastre econômico. Hoje, quando já temos bastantes problemas, precisamos somar o problema financeiro”, declarou Walton em referência à onda de violência que assola este município do estado de Guerrero, no Pacífico mexicano.

Segundo explicou o secretário de Planejamento do município, Carlos Álvarez, após um trabalho de recopilação de números pode-se afirmar que Acapulco “está falida”, uma quebra causada pelo “aumento irresponsável da dívida” provocado pela administração anterior que governou entre 2009 e 2012.

“As finanças e a vida do governo estão colapsadas neste momento e estão em risco os recursos para os serviços públicos, os salários e para a despesa operacional. A magnitude da grave crise financeira condena o governo à paralisia”, alertou.

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