A existência de amor em São Paulo ainda é uma questão em aberto, pode crer. De qualquer forma, neste mês de novembro, a cidade ganha ao menos um coração pulsante para chamar de seu. Trata-de uma escultura hi-tech de 12 toneladas e 125 metros cúbicos intitulada Lúmen, instalada no 17º andar de um edifício residencial na região do Brooklin

Inspirada inicialmente no coração do Homem de Ferro (aquele reator azul no peito do herói), a obra pulsa no ritmo de sístoles e diástoles graças à sua programação de LED, que simula o efeito tridimensional de um holograma.

A escultura foi idealizada pelo artista plástico Fabio Woody, que tinha a ideia de humanizar a paisagem de Sampa. A arquiteta Patrícia Castro, cocriadora do projeto, explica: “A cidade é o cenário da vida. Com conhecimento ou não, todas as pessoas são sensíveis à beleza. E essa obra de arte tem o poder de interferir na qualidade do cotidiano”.

A escultura tem o desenho da milenar Flor da Vida, encontrado em monumentos antigos de diferentes culturas, como a egípcia, japonesa e judaica. De acordo com seus criadores, a forma estimula o autocentramento e o equilíbrio. Bacana, não? Tony Stark ficaria orgulhoso.

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