Quebrar coisas por aí pode até ser uma experiência libertadora, mas ela geralmente vem com a sensação de culpa (“que blergh, ainda tem mais três parcelas da televisão para pagar”). Na Rage Room (sala da destruição), no centro Battle Sports, em Toronto, no Canadá, você pode esmagar objetos sem se importar com o amanhã. Dá até para colar uma foto da pessoa odiada no objeto, antes de destruí-lo.

Por 20 dólares canadenses (o equivalente a R$ 55), a pessoa pode quebrar cinco pratos delicados dentro da sala, vestida com um traje protetor e munida de um taco de beisebol. Por questão de segurança, não dá para levar seus próprios objetos, mas eles oferecem alguns itens para comprar e destruir por lá: pratos extras (o equivalente a R$ 5,50), porta-retratos (R$ 5,50), taças de vinho (R$ 7,75), vasos (R$ 11) e cadeiras (R$ 55).

Timothy Cheung, idealizador da sala da destruição, acredita no poder terapêutico da destruição. “Nós ouvimos, por toda nossa vida, que não devemos quebrar coisas. A Rage Room vai contra essa ideia. Só pode ser uma coisa catártica”, diz.

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