Jogadora de vôlei e capa da revista Playboy do mês de Julho.

PARAIBANA SANGUE QUENTE?

Emilio: Você é natural de Campina Grande?
Mari: Sim, de Campina Grande, Paraíba.
Emilio: Dizem que as mulheres de lá batem nos homens, procede?
Mari: Eu nunca bati em ninguém não. Só sou um pouco brava.
Emilio: O Gabiru apanhou de uma paraibana que tá roxo até hoje.
Bola: Quase ficou em coma.
Mari: Eu acredito, lá as mulheres são bravas.
Emilio: Você nunca segurou alguém com um pouco mais de força?
Mari: Não, sou só grossa em alguns momentos.

NO VÔLEI

Emilio: Como você começou no vôlei?
Mari: Eu comecei na Paraíba. Minha mãe já era técnica de vôlei e me levou nos treinamentos. Com 14 anos vim para São Paulo e passei num teste, no atual Solis Osasco.
Bola: Você joga lá ainda?
Mari: Não, eu defendi outros clubes também. Ano passado estava no Minas Tênis Clube. Atualmente estou parada.
Emilio: Você jogou vôlei de praia? É tão bonito de ver.
Carioca: Você caberia muito bem ali.
Emilio: Você não tem essa pretensão?
Mari: Não, é muito diferente da quadra. Exige muito mais preparação por conta de se jogar na areia.

CONVITE

Amanda: Como foi que eles te descobriram para posar na Playboy?
Mari: Na verdade eu disputo a Super Liga de Vôlei, que é o maior torneio do país. Aí acabei ganhando o título de musa do campeonato.
Amanda: Quem votou?
Mari: Os internautas. Teve essa eleição e acabou surgindo convites para ir a programas de TV e acabei aparecendo. Acho que foi daí que eles me chamaram. Fui convidada para a seção Happy Hour do mês de maio. Amanda: Aquela que você não sai pelada?
Mari: Isso, só sensual.
Mari: Desse ensaio eles me convidaram para ser capa, acho que até por conta das Olimpíadas

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