Se você gosta dos cachorrinhos, prepare-se para ficar morrendo de raiva da Primeira Guerra Mundial. Caso a morte de milhões de pessoas não tenha te revoltado contra essa guerra, saiba que mais dezenas de milhares cachorros foram “convocados” para servir na guerra por diversos países. E se os humanos têm os heróis deles, os cachorros também merecem seu lugar de destaque.

Dogs of the First World War (“Cachorros da Primeira Guerra Mundial”) é uma série de fotografias que vai ser lançada na Inglaterra na próxima terça-feira (10) e conta com diversas fotos da participação canina na guerra que durou de 28 de julho de 1914 até 11 de novembro de 1918. Devido ao tamanho, agilidade e inteligência, eles desenvolveram inúmeros papéis durante Grande Guerra.

Soldado enfaixando patinha de cachorro da Cruz Vermelha ferido na guerra

Soldado enfaixando patinha de cachorro da Cruz Vermelha ferido na guerra

 

Pela Cruz Vermelha, eles conseguiam localizar soldados feridos e levar rapidamente o medicamento que era colocado em pequenas bolsinhas nas costas dos cachorros – tudo isso no meio do fogo trocado. Caso fosse necessário, eles sabiam pegar o boné do soldado ferido, levar até os médicos para identificação e depois guiá-los até o soldado novamente. Já os “cachorros sentinelas” aprenderam a avisar sorrateiramente seus companheiro caso inimigos estivessem se aproximando; ainda tinham os que levavam mensagens urgentes no escuro da noite por quilômetros até chegar ao destino. Fora isso, muitos serviam como companhia mesmo e ajudavam os soldados a aguentar o sofrimento que uma guerra causa a qualquer ser humano. Deu pra entender a importância deles, né?

Enquanto alguns cachorrinhos eram treinados pelos militares, outros eram “recrutados” no meio do caminho quando eram achados abandonados no meio dos escombros. Muitas vezes os próprios donos, sem grana nenhuma no meio de uma guerra, doavam seus companheiros, enquanto outros eram obrigados a doá-los para a guerra.

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