Apesar de alguns insistentes padrões de beleza, a diversidade tem sido celebrada cada dia com mais força no universo da moda e dado uma voz poderosa para discutir a evolução do mercado fashion. Por isso reunimos alguns modelos que quebram estes tabus. Confira:

Winnie Harlow
A canadense Chantelle Winnie Harlow, de 20 anos, tem vitiligo, uma doença causada por  manchas na pele que afetava também o ídolo da música Michael Jackson. Ela apareceu  pela primeira vez no reality show de talentos America’s Next top Model e, depois disso, já  desfilou ao lado de Naomi Campbell e foi a estrela da gigante Diesel. Winnie é o exemplo de  que abraçar nossas diferenças pode resultar em coisas incríveis.

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Jack Eyers
O americano foi o primeiro modelo masculino com a perna amputada a desfilar na semana
de moda de Nova York, além de ter estrelado campanhas de marcas como Barclays e da fast-fashion Tango. Jack nasceu com um problema de formação na perna direita e, aos 16 anos, decidiu amputá-la. Desde então, ele nunca se incomodou com a prótese, prefere usar bermudas a calças, sempre praticou esportes, trabalha como personal trainer e contou sua história e apareceu na capa da revista Men’s Health.

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Erika Linder
Gêneros e normas estão muito diferentes hoje do que eram há dez anos. Cada vez mais as  pessoas têm liberdade e confiança em si próprias para se expressar e adotar o estilo que  acham melhor, por isso Erika Linder se tornou símbolo da androginia no mundo fashion.  Nascida na Suécia, ela ganhou fama ao mostrar versatilidade diante das câmeras f  fotografando tanto como homem como vestido de mulher. Erika estrelou campanhas  femininas, como Balmain e Louis Vuitton, editoriais masculinos e alternou cabelos longos  e curtos, pouca ou nenhuma maquiagem e sempre se deu muito bem em ambos os lados.  Sua neutralidade de gênero a levou ao patamar de umas das modelos mais badaladas da  nova geração.

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Robyn Lawley
Robyn foi a primeira modelo plus-size a aparecer nas capas das edições australianas das revistas Vogue, GQ e Cosmopolitan. Mas, ela ficou mundialmente conhecida quando foi a primeira mulher curvilínea a posar de maiô para a Sports Illustrated. Robyn provou que não é preciso ter um tipo específico de corpo para estar nestas revistas e ainda usa sua fama para falar sobre obsessão com peso em seu blog. Recentemente, a modelo lançou também um livro que reúne receitas de famílias e dicas de refeições saudáveis em vários lugares do mundo.

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 Jamie Brewer
 Jamie já é querida por sua participação na série American Horror Story, mas deu outro  passo incrível na carreira ao se tonar a primeira pessoa com síndrome de Down a desfilar  na semana de moda de Nova York. Além de suas realizações artísticas, Jamie mostra que  qualquer tipo de desordem genética não é impedimento, por isso trabalha com várias  associações que ajudam a empoderar pessoas com a síndrome.

Jamie Brewer

 

Rick Genest
O modelo canadense de 30 anos é conhecido como Zombie Boy e tem o corpo todo tatuado imitando um esqueleto em decomposição. Aficionado por filmes de terror e cultura punk, ele ficou famoso na internet justamente por causa dos desenhos no corpo e, depois de ter sido descoberto por um diretor, estrelou o clipe Born This Way, da Lady Gaga, apareceu em campanha da L’Oréal e veio ao Brasil em 2011 para desfile da Aüslander no Fashion Rio.

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Danielle Sheypuk
A americana foi a primeira pessoa em uma cadeira de rodas a cruzar a passarela da semana  de moda de Nova York. Ela venceu o concurso Wheelchair New York 2012 e foi convidada  para participar do evento. “Pessoas com deficiência são um mercado inexplorado em termos  de moda. Nós lemos as revistas, compramos nas mesmas lojas, mas nada jamais é feito  para nós”, disse.

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Lea T
A brasileira é uma das modelos transexuais mais famosas do mundo e despontou no universo fashion em 2010 quando estrelou a campanha da Givenchy. Além de inúmeros desfiles e editoriais no mundo todo, ela fez ensaio nu para a Vogue francesa, já foi entrevistada por Oprah Winfrey em seu programa na TV e entrou em lista da Forbes para mulheres que mudaram a moda italiana. Poderosa, não?!

lea t

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