O estilista britânico John Galliano, de 50 anos, foi considerado culpado de ter proferido insultos antissemitas e condenado a uma multa de 6.000 euros (8.400 dólares), mas com sursis, em uma audiência celebrada nesta quinta-feira no Palácio de Justiça de Paris.

Em fevereiro deste ano, Galliano proferiu insultos antissemitas e racistas contra um casal sentado junto a ele no bar “La Perle”, no bairro do Marais da capital francesa, onde foi detido pela Polícia.

Por causa dessa denúncia, o jornal britânico “The Sun” postou na internet um vídeo não profissional no qual é possível assistir como o estilista, aparentemente bêbado, elogiava Hitler.

Logo após, a Dior afastou Galliano de seu trabalho, e dias mais tarde anunciou sua demissão da empresa.

Em 2 de março a procuradoria de Paris o acusou de “injúrias públicas contra particulares por sua origem, pertinência ou não pertinência a uma religião, raça ou etnia, proferidas contra três vítimas identificadas”.

Um mês depois John Galliano foi também demitido da companhia que leva seu próprio nome, por decisão do conselho de administração da empresa. 

Ele poderia ter sido condenado a uma de pena de até seis meses de prisão e a pagar uma multa de 22.500 euros (31.000 dólares). 



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