Britney Spears

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Os advogados do ex-representante de Britney Spears, Sam Lutfi, retrataram a cantora como uma drogada instável nesta quinta-feira (18), no início de um julgamento que opõe o agente aos pais da artista.
 

Lutfi interpôs um processo em 2009 na Corte Superior do condado de Los Angeles para exigir as comissões que, segundo ele, deve receber pelo tempo que trabalhou para Britney, período no qual a cantora lançou o álbum Blackout (2007) e que incluiu a sua internação em uma clínica psiquiátrica.

O advogado de Lutfi, Joseph Schleimer, foi o primeiro a expor ao júri suas argumentações, nas quais descreveu seu cliente como um homem que tentou relançar a carreira da cantora e tirá-la das drogas, mas sem sucesso.

“Ela gostava de usar anfetaminas. A maioria das coisas que não deram certo foi por causa dessa droga”, disse Schleimer ao tribunal, explicando ainda que essa substância também foi a responsável por Britney ter raspado a cabeça.

Segundo o testemunho recolhido pelo site especializado TMZ, o advogado indicou que “Britney estava preocupada que um juiz ordenasse um teste de drogas usando o seu cabelo e que, se desse positivo, pudesse perder a custódia dos seus filhos”.

Após uma disputa pública com seu ex-marido, Kevin Federline, em janeiro de 2008, Britney perdeu o controle legal sobre seus filhos, foi detida e internada em um hospital devido a uma crise nervosa.

Entre 2007 e 2008, a cantora passou por uma etapa conturbada que levaram um juiz a inabilitá-la também para administrar sua fortuna, uma tarefa que passou a ser dos seus pais.
 

Advogado assegura que Britney Spears foi viciada em anfetaminas

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