(Foto: divulgação) Alok

Prestes a lançar o tão esperado clipe de Ocean, com participações de Rodrigo Santoro e Marina Ruy Barbosa, Alok tem aproveitado o grande momento que está vivendo, e o vê com responsabilidade. Aos 26 anos, o DJ é considerado o brasileiro mais ouvido no mundo, marca presença nos grandes festivais de eletrônica e fez o chão tremer no Lollapalooza Brasil 2018. Ele também está virando celebridade. Foi ao casamento de Whindersson Nunes e animou a festa, claro.

“Cara, que loucura tudo isso, né? Eu nem acredito no que está acontecendo comigo”, diz Alok em exclusiva ao Virgula. “Mesmo que eu tivesse o maior planejamento do mundo, nunca ia imaginar que ia chegar a esse nível um dia, com tantas conquistas. É claro que eu sublinhava, mas quando vejo o lance materializado, é outra coisa”, fala em tom empolgado e ao mesmo tempo espantado (no bom sentido).

O fato de Alok ser o artista brasileiro mais escutado do planeta acaba fazendo com que exista uma pressão interna, e ele procura lidar do melhor jeito possível. “Sabe, eu sinto uma grande responsabilidade em representar o Brasil pelo mundo todo. E, o desafio tem ficado cada vez maior. É como se o meu concorrente fosse eu mesmo. Preciso me superar cada vez mais. Eu sou o meu próprio desafio”, diz

Alok também conseguiu outro feito inédito: pela primeira vez na história da música brasileira a eletrônica se tornou um dos gêneros mais buscados pelo público, ao lado do sertanejo e do funk. Para ele, isso representa bem mais que qualquer uma de suas conquistas. É uma vitória.

“Quando eu tinha 12 anos e comentava com os meus amigos que meus pais eram DJs, eles logo me perguntavam o que era isso. Na época, ninguém entendia”, conta.“Hoje em dia quando a minha irmã fala que meus pais são DJs, todo mundo acha interessante e já sabe o que é. Inclusive, os amigos dela querem virar DJ”, diz ele.

“Então, eu vejo que a minha carreira é uma continuação da dos meus pais. O meu objetivo é esse: fazer com que o DJ seja reconhecido e visto com outros olhos pelas pessoas. Antes existia muito preconceito com a profissão DJ, e agora isso foi quebrado”, celebra Alok.

O maior DJ do Brasil (rumo a ser um dos maiores do mundo – estamos torcendo) finaliza: “Uma coisa que me orgulho demais é ver a nova geração sendo inspirada pelos DJs. Muitos adolescentes querem seguir a carreira. É um dos meus propósitos sendo realizado”.

 

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