O nome dela é Demetria Devonne Lovato, mas pode chamar de Demi. A cantora americana, que está no Brasil pela sexta vez, agora para uma série de oito shows em cinco cidades, contou que já se sente “local”. “Cada vez que eu venho aqui, tenho a impressão que cada vez que o número de fãs que tenho aumentou e que esses fãs são mais apaixonados. O nosso relacionamento está cada vez melhor. Cada vez que eu volto, me sinto mais em casa”, disse a popstar nesta terça-feira (22).

Ela recebeu os jornalistas para uma entrevista coletiva no Citibank Hall, em São Paulo, local das três primeiras apresentações da turnê Neon Lights no país. Na quinta e sexta, o show volta ao mesmo local.

Demi passa também, no domingo e segunda, pelo Citibank Hall, do Rio de Janeiro. Brasília, na Arena Brasília, recebe o show na quarta-feira (30). Depois, ela vai a Belo Horizonte, no Chevrolet Hall, dia 1º de maio e termina em Porto Alegre, no Pepsi On Stage, dia 03.

“Eu posso dizer para meus fãs brasileiros que eu não vou ter truques ou coisas no palco que sejam muito diferentes da minha turnê nos Estados Unidos. Mas eu dou 110% a cada show e sinto que cada show é melhor que o anterior”, afirmou.

Demi também mostrou levar na esportiva o assédio dos “lovatics”, como são chamados seus fãs. “Meus fãs brasileros são, definitavamente, os mais apaixonados e intensos. Eu vou usar a palavra loucos, mas em um bom sentido. Eles estão chamando meu nome e cantando desde a hora que eu acordo, desde a hora que eu acordo, tipo às 8h, eu acordo os ouvindo cantando e vou dormir ouvindo eles cantando para mim. É incrivel”.

A popstar contou ainda que nunca ficou acampada para ver algum ídolo, mas lembrou que ter ficado 24 horas na fila pelo primeiro iPhone. Cerca de 100 pessoas, entre fãs de Demi e de Avril Lavigne, que se apresenta na semana que vem no mesmo Citibank Hall, em São Paulo, estão há mais de um mês acampados, em uma rua na frente da casa de espetáculos.

Ela falou também que trouxe a mãe e outros familiares para os shows e que seus fãs também os chamam pelos nomes. Contou ainda que, caso tivesse sossego dos paparazzi, gostaria de ir para uma praia ou piscina sem se preocupar em ser fotografada o tempo todo. 

Diante do pedido para destacar três momentos do show, Demi adiantou três momentos que devem deixar os “lovatics” doidinhos: “O primeiro que vem a minha cabeça é Warrior. Eu pego um tempinho do show para falar sobre as experências pelas quais eu passei e espero que os fãs consigam se relacionar com isso. Outro momento que posso me lembrar é Nightingale. Eu me perco nessa música, nas emoções que afloram e deixo me levar quando eu canto. E o último é Neon Lights, quando todas as luzes se acendem sobre a plateia é como se todos partipassem do show”.

“Te amo, te amo”, disse Demi, com um sotaque meio italianado, no encerramento da coletiva, em um momento um pouco forçado, como se mostrasse certo alívio pela conversa de pouco mais de meia-hora ter chegado ao fim. Sempre meiga, sorrindo e olhando nos olhos dos jornalistas, ela deixou a impressão de que nem mesmo a histeria do seus fãs tiram seus pés do chão. Ela parece ser uma garota de 21 anos que já sabe dividir a Demetria da Demi. Tudo que a Demetria queria era dar um mergulho no mar, mas ela vai ter que se contentar com os gritos dos fãs e com os milhões da Demi.

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