Ah, a hora certa de parar. A dúvida que atormenta muita gente que se submete à aprovação pública não parece preocupar alguns nomes do meio musical. Em um paralelo com a situação da falta de água em São Paulo, eles sobrevivem graças à captação do “volume morto”.

Veja a nossa lista e contribua com seus comentários. Se, eventualmente, seu artista preferido estiver aqui, não se irrite. O que hoje é volume morto, amanhã pode ser uma referência onde as futuras gerações vão beber.

Desde que agrediu Rihanna, Chris Brown perdeu toda a moral. Um astro pop precisa, antes de tudo, ser amado.

Muitos são fãs, mas o Guns and Roses, de Axl Rose, soa como um karaokê de si mesmo. 

Se a eletrônica hoje é chamada de EDM, um dos responsáveis é esse rapaz aí. Steve Aoki incorpora o DJ que se preocupa mais em surfar a plateia com um bote e dar bolada nos fãs que em fazer música.

Fatboy Slim, o Norman Cook, não é nenhum mané e merece o nosso respeito, aliás, como todos aqui citados. Ele foi um verdadeiro herói da eletrônica nos anos 90 e ajudou a popularizar as raves. O problema é que ele ficou popular de mais e rave de menos.

Essa doeu na gente. Britney Spears é uma diva, mas seu último disco Britney Jean não chegou nem perto dos seus tempos áureos. Apesar de não fazer muito sucesso com os críticos, sua base de fãs permance forte e atualmente ela cumpre um contrato com o Planet Hollywood Resort & Casino, em Las Vegas, para 96 shows em dois anos, com pagamento de US$ 350 mil por show. Quem não gostaria de estar “caída” como a Neide?

O Nickelback pode parecer inofensivo, mas por servir de inspiração para bandas como One Direction e Malta já merece entrar na lista.

O Pitbull entrou por causa dessa calça.


Smashing Pumpkins, de Billy Corgan, vai lançar um novo álbum em dezembro. Haverá gás ou ele será eternamente lembrado por seus bons tempos nos idos de 1990?

O mundo do pop gira cada vez mais rápido. Em um ano, Robin Thicke passou de queridinho a pária. 

Lenny Kravitz continua bonitão e suas guitarras são maneiras. Mas faz tempo que ele não faz nada à altura de Mama SaidAre You Gonna Go My Way.

De salvação do rock à piada, estes são os Strokes, de Julian Casablancas

 

 

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