O detetive particular Paul Huebl, que investiga a morte de Whitney Houston no começo deste ano, afirma acreditar que o falecimento da cantora não foi acidental.

Em documentos entregue ao FBI na quarta-feira (26), Huebl diz provar que Whitney foi assassinada por capangas de um traficante para quem a artista devia mais de US$ 1,5 milhão.

O detetive suspeita de dois homens não-identificados que teriam sido filmados no hotel em que Whitney foi encontrada morta na hora estimada do suposto assassinato.

Huebl afirma ainda que, ao contrário do que diz a polícia, o corpo de Whitney tinha marcas consistentes com as de uma briga. A versão oficial alega que a cantora foi vítima de uma overdose acidental.

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