Novo Legião Urbana (da esq. para dir.), Lucas Vasconcellos , o produtor Liminha, André Frateschi, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá

Novo Legião Urbana (da esq. para dir.), Lucas Vasconcellos , o produtor Liminha, André Frateschi, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá

A Legião Urbana vai voltar e prepara shows em outubro. Uma postagem do baterista Marcelo Bonfá no Facebook com uma foto dele ao lado do guitarrista Dado Villa-Lobos com o cantor André Frateschi, o superprodutor Liminha e o guitarrista Lucas Vasconcellos (do Letuce) foi o gatilho para que Marcelo Rubens Paiva, do jornal Estado de S. Paulo desse a notícia da volta em seu blog. Ele afirmou que a turnê começa pelo Rio de Janeiro, onde a foto foi tirada.

O jornalista diz que eles preparam a volta com shows em outubro e que a banda tem ainda o baixista Mauro Berman e o tecladista Roberto Polo.

Desde que Renato Russo morreu em 11 de outubro de 1996, os remanescentes da banda e a família do vocalista entraram numa sangrenta batalha judicial. Em outubro de 2014, Dado e Bonfá obtiveram ganho de causa para utilizar comercialmente a marca Legião Urbana.

“Por certo, os autores são ex-integrantes da banda e contribuíram durante toda a sua existência, em nível de igualdade com Renato Russo, para todo o sucesso alcançado. Assim sendo, não parece minimamente razoável que não possam fazer uso de algo que representa a consolidação de um longo e bem sucedido trabalho conjunto – reconhecido por milhões de fãs”, afirmou a sentença do juiz Fernando Cesar Ferreira Viana.

Marcelo conversou com André Frateschi, cantor e ator. “Me disse que não vai macaquear o Renato, que conheceu quando criança – junto com a mãe (Denise Del Vecchio) que fez minha mãe Eunice na peça Feliz Ano Velho, vivia com violão nos camarins do teatro, que Renato, meu amigo, também frequentava”, escreveu.

A presença de Liminha no grupo dá indícios de que alguma gravação esteja a caminho. Recentemente Dado e Liminha trabalharam juntos no projeto Exagerado 3.0. O diretor de teatro Felipe Hirsch seria o responsável pela parte cênica do espetáculo. Como a própria Legião cantou em Tempo Perdido: “Não tenho mais o tempo que passou/ Mas tenho muito tempo/ Temos todo o tempo do mundo”.

 

 

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