Os herdeiros de Elvis Presley estão decididos a lutar pelo legado do rei do rock na Alemanha e mantêm viva a disputa jurídica contra a empresa fonográfica Aresta Music, que acusam de ter explorado o cantor nos anos 70.

A Audiência Superior de Munique decidiu nesta quinta-feira que a Aresta Music deve informar o uso que fez das canções de Elvis desde abril de 2008 e o número de vendas e a receita que obteve graças a elas.

Embora o tribunal já tenha avaliado o valor da indenização em US$ 4,38 milhões, a empresa de Elvis, que tem participação de sua filha, Lisa Marie Presley, vai ter que esperar a decisão final, já que perdeu na primeira instância.

Segundo a Elvis Presley Enterprises, a Aresta, que se chamava RCA Records e que hoje pertence à Sony, deve compensar os herdeiros do cantor pelos direitos de comercialização na Alemanha de alguns de seus principais sucessos, como Heartbreak Hotel e Jailhouse Rock.

O argumento da empresa é que Elvis foi enganado pela fonográfica em 1973 e cobrou muito menos do que correspondia aos direitos das mais de mil canções que já tinha gravado com a RCA Records.

A empresa entregou ao “rei do rock” um pagamento único de US$ 5,4 milhões, mas Elvis teve que pagar quase metade desse valor ao seu agente.

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