Diante da plenitude de um amor com mais de duas décadas de desafios, entrega, comprometimento e reciprocidade, rugas e marcas próprias do tempo simplesmente perdem seu valor e importância. Quem liga para isso, afinal? Esse é o sentimento despertado pelo retrato íntimo e apaixonante do casal Gerry, de 75 anos, e Darwin, de 70. A fotógrafa Jade Beall, responsável pelo clique, publicou a foto em sua página do Facebook e acompanhou de perto a repercussão bonita dessa história de amor, que está batendo na casinha dos 20 anos – e contando! No retrato, Gerry e Darwin se abraçam completamente nus, sem esconder dobrinhas, imperfeições e outros detalhes irrelevantes perto do significado daquela união.

O post de 24 de junho ganhou as redes sociais e o coração de apaixonados pelo mundo inteiro. Por enquanto, são 34 mil likes, 18 mil compartilhamentos e quase 3 mil comentários celebrando o amor de Gerry e Darwin, que posam com um sorriso de felicidade genuína a cada foto. “Nós queríamos mostrar que rugas e velhice não são barreiras para o amor, a não ser que você as transforme em uma limitação. Como bons vinhos e queijos, nós nos sentimos mais plenos no nosso amor aos 70 do que éramos aos 30 0u 40”, disse Gerry.

O sucesso dessas fotos prova que os padrões de beleza convencionais já não convencem tão bem, assim. Seria mais fácil fotografar casais jovens e perfeitos, assépticos, se apenas o exterior contasse, certo? Nesse caso, porém, o amor vai além da estética e nos lembra de um mundo com múltiplas vozes e belezas, cada uma encantadora à sua maneira. “Eu me recuso a acreditar na existência de um único tipo de beleza. Por que nós temos que acreditar que uma coisa é mais bonita que outra? Por que não podemos abraçar um milhão de definições diferentes do que é belo?”, indagou a fotógrafa.

Pode separar o lencinho!

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