Vocês estão prontos para casar?

Para encontrar essa resposta, basta dar uma olhadinha no seu histórico familiar. Não somos reproduções perfeitas dos nossos pais, é verdade, mas muito do nosso modo de lidar com o mundo vem de lá. Por isso, é importante avaliar como o parceiro resolve os conflitos e se vocês estão minimamente de acordo com os métodos em questão. Toda briga vai virar gritaria ou dá para conversar numa boa? | Créditos: Visual Hunt
2 - Antes de casar, é fundamental falar sobre crianças, mas com sinceridade. Não adianta apenas dizer aquilo que o outro gostaria de ouvir, ignorando os próprios desejos e objetivos. Depois de tornar essa questão clara, é o momento de discutir os papéis de cada um na criação dos filhos e se o parceiro acredita numa parceria justa e equilibrada, dividindo alegrias e trocas de fraldas, também. | Créditos: Visual Hunt
Quando o assunto envolve o passado, todo mundo fica um pouco sem jeito, incomodado. Bradford Wilcox, do Projeto Nacional Matrimonial, na Universidade de Virgínia, explicou que é importante falar sobre relacionamentos anteriores desde cedo, trabalhando dúvidas e inseguranças. Não adianta fingir que nada acontecer e esperar que as mágoas se transformem em uma bola de neve, situação irreversível. A dica é compreender que o parceiro teve uma vida anterior àquele relacionamento, discutindo dúvidas e problemas com carinho e sinceridade. Mas atenção: a recíproca tem que ser verdadeira. | Créditos: Visual Hunt
No campo da religião, não tem jeito: deve existir um "plano" desenhado pelo casal no que diz respeito a comemorações, datas festivas, criação dos filhos... Principalmente se ambos vêm de religiões distintas. Os problemas começam a surgir justamente com as crianças, na hora de decidir que tradição elas irão seguir. É preciso haver um denominador comum entre os cônjuges. | Créditos: Visual Hunt
Dinheiro: a gente sabe que é chato, é desgantante, é complicado... Mas é preciso falar sobre grana e colocar os pingos nos is. Vale a pena fazer uma conta conjunta? Planilha de gastos? Poupança? Discutir tudo isso evita dores de cabeça no futuro e cobranças injustas. Além do mais, é garantido que uns dos lados terá condições para segurar a barra quando o outro enfrentar o desemprego, por exemplo? | Créditos: Visual Hunt
Ainda no tópico "Finanças", é importante saber quanto cada um está disposto a desembolsar em determinadas situações. Ficar com alguém e precisar assumir aquele papel de "cuidador", estipulando limites e regras, acaba cansando, com o tempo. O ideal, para variar, é ter um equilíbrio saudável nessa questão. | Créditos: Visual Hunt
Como vocês lidam com o tempo individual de cada um? Em alguns casos, não compartilhar hobbys e amigos pode estimular um sentimento de rejeição, que desgasta e machuca o relacionamento. É normal precisar desse tempinho por conta própria, sem precisar dividir absolutamente tudo. Perguntar se o outro precisa desse tempo sozinho e respeitar a sua decisão é a saída para colocar alguns limites saudáveis na convivência. Não significa "menos amor", apenas maturidade. | Créditos: Visual Hunt
Você não precisa ser "adotado" pela família alheia, mas uma boa convivência com os sogros e demais familiares é importante, sim. Do contrário, cada um vai se afastando de sua respectiva família por pressões no relacionamento, o que não é nada saudável. Tem que haver compromisso e respeito de todos os lados, em primeiro lugar. | Créditos: Visual Hunt
Num relacionamento, é comum que um dos lados se sinta mais disposto e com vontade de transar. Porém, o tesão entre vocês é MUITO diferente ou algo completamente contornável? Uma negociação é o caminho para todo mundo fique satisfeito, sem frustrações ou desejos reprimidos. | Créditos: Visual Hunt
Nesse caso, varia de acordo com o "contrato" que você tem com o parceiro. Flertar com outras pessoas é algo irrelevante ou muito importante para ambos? Haverá o respeito em relação à vontade do outro? Pornô também é outra questão que precisa ser discutida, sem proibições ou atos "escondidos". Quando existe um diálogo aberto entre o casal, não sobra muito espaço para desconfianças tolas e sem fundamento. | Créditos: Visual Hunt
Existe algum clichê por aí que diz que o "amor não é demonstrado por palavras, mas por gestos". Há um pouco dos dois, certo? Dizer "eu te amo" é legal, mas também é importante demonstrar esse afeto de outras formas, com surpresas, compromisso, dedicação, carinho, contato físico e por aí vai. Quando rola o desequilíbrio nesse aspecto, um dos lados pode começar a se sentir rejeitado e desvalorizado. | Créditos: Visual Hunt
Combinar é bom, mas nem sempre é o bastante. O que fazer quando a barra fica tão pesada que quase esquecemos aquilo que admiramos no outro? Como lidar? Jogar tudo para o alto é a opção de alguns, por isso é bom deixar as coisas bem claras antes de chegar a esse ponto. O casamento é coisa séria! | Créditos: Visual Hunt
Ambos acreditam que esse relacionamento pode durar a vida inteira? Se sim, os conflitos e desafios podem ser resolvidos com mais facilidade, já que o exercício de imaginar o futuro estimula a parceria entre o casal. | Créditos: Visual Hunt

Seus pais já devem ter repetido aquele velho conselho que diz o casamento é coisa séria. Sim, seus pais, aqueles que se casaram com 19 anos de idade. Os tempos eram outros, é claro, mas assumir esse tipo de compromisso requer maturidade e clareza, em primeiro lugar. Calma, não quer dizer que o amor é completamente irrelevante e sem propósito. É só que no calor do momento deixamos de discutir alguns tópicos que, no futuro, podem se transformar em um desgaste desnecessário e, muitas vezes, irreversível.

Em entrevista ao NYTimes, alguns especialistas comentaram os 13 pontos que precisam ser conversados e analisados pelo casal antes de subir ao altar. Você e seu parceiro concordam na maioria? Conseguem contornar aqueles tópicos mais complicados ou alguém sempre está cedendo, mesmo contra a própria vontade? Leve isso em consideração e saiba mais na galeria.

Vocês estão prontos para casar? Responda a essas 13 questões e descubra

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